Home Noticias Noticiario Direcção Organização Distinções Grupos Calendário Ementa Fotos Sala de Festas

News Newsletter Directors Organization Distinctions Groups Calendar Menu Pictures Function Hall

 

 

    

Victor C. Santos

    Nasceu a 25 de Março, 1962 , na freguesia da Terra-Chã, Ilha Terceira, Acores. Filho de Francisco e Maria Herminia Santos. Depois de completar a segunda classe da Escola Primaria e antes de imigrar jà fazia parte do Grupo Teatral da freguesia com o seu pai aonde cantava nos actos de variedades com 7 anos de idade. Imigrou em Junho de 1970 para os Estados Unidos com os seus pais e irmã, Ana Paula e seus avós maternos: Luis e Maria Ascenção Anastacio. A familia fixou residência na cidade de Pawtucket no Estado de Rhode Island por intermedio dos seus padrinhos, Clemente e Alcide Anastacio. Desde criança sempre teve uma ligação muito especial pela sua freguesia e Ilha, tendo-a visitado várias vezes e continuando a lêr e escrever cartas a amigos e familiares. Esse amor e saudade seria mais tarde evidente no seu envolvimento cultural para a preservação e divulgação de tanta tradição da sua terra natal. Nessa altura começou-se a envolver na Paróquia de Santo Antonio em Pawtucket, acompanhando a sua avó todos os dias á santa missa visto que desde miudo julgava ter a vocação sacerdotal. Como servente do altar por 10 anos, foi-se envolvendo na Paroquia ao longo dos anos e desde essa data tem ocupado vários encargos paroquiais. Foi catequista 25 anos; é o administrador da Imagem Peregrina da paroquia desde 1979; membro do Grupo Coral por 25 anos; membro da Comissão de Finanças da paroquia; e fez parte de várias Direcções da Irmandade do Divino Espirito Santo e seu Mordomo em 2004.
    Em 1973 começa a ter interesse pela musica e dá inicio a aulas de acordião. Em 1977 é acordianista e o único musico fundador do Rancho Folclorico de Santo Antonio fazendo ainda parte desse agrupamento desde a sua fundação há trinta anos como musico, cantor e Director sendo responsavel por várias deslocações do Grupo a vários lugares assim como as duas gravações do Rancho em 1984 e 1987. Em 1979 namora a sua esposa Maria João Ávila a qual veio a conheçer no Rancho Folclorico depois do seu pai ter cuidadosamente avisado todos componentos que não “queria namoricos no Rancho”. Em 1981 graduou do High School Charles E. Shea em Pawtucket e depois começou a sua carreira Universitária no Rhode Island College. Depois de um namoro de sete anos o casal se casou a 12 de Outubro, 1985 no mesmo ano da graduação do Victor do Rhode Island College. O casal tem duas filhas, Tanya e Chelsie.
    Formou-se em Relações Publicas e Comunicações e consegui o seu primeiro emprego profissional na companhia International Packaging aonde trabalhava em regime de part-time desde 1979. Saiu da mesma Impressa em 1997 com a posição de Personnel Manager para se melhorar. Ao longo da sua carreira profissional de vinte e dois anos, tem se mantido no mesmo ramo de Recursos Humanos aonde se sente bem em ajudar pessoas adquerir emprego e avançar profissionalmente e financeiramente nas suas carreiras e empregos. Diz ele que é a maior gratificação que tem na sua profissão visto ser a maneira como pode ajudar pessoas obter o seu pão de cada dia e poder sustentar as suas familias com beneficios muito necesários para as familias no dia a dia. Presentemente é Directore de Recursos Humanos na Companhia Jay Packaging Group em Warwick, Rhode Island, encargo esse que desenpanha desde 2004.
    Em 1979 começa a obter interesse pela personagem do cantor popular Terceirense José da Lata aonde começou a imitar a sua vóz e a aprender a tocar viola regional. Derivado o Jose da Lata ter nascidoido nas Cinco Ribeiras e vizinho da sua avó materna, a sua avó lhe contava várias histórias e facetas de Jose da Lata e ai se tem o interesse que ele desenvolveu por essa personagem tão querida pelo o povo da Terceira. Foi convidado para várias actuações de imitação dessa personagem popular e assim começou a divulgar cada vez mais o folclore Terceirense no grupo folcorico que pertence assim como Ranchos de Matança, Ranchos de Reis, Pezinhos etc. Por vezes já foi chamado o Jose da Lata Americano pois há quem diga que a sua maneira sorridente de estar,a maneira de cantar e tocar o folclore Terceirense, é uma justa homenagem a esse cantor popular e que faz matar saudades do tempo de outrora para aqueles dessa era.
    Em 1981 começa o interesse pela a preservação e divulgação da tradição Carnavalesca e faz parte do primeiro Bailhinho carnavalesco em Pawtucket como Mestre. Em1984 escreve o seu primeiro assunto de Bailhinho Carnavalesco e desde essa data já puxou cinco Bailhinhos, três Danças de Pandeiro e cinco Danças de Espada. Já escreveu até á data 13 Bailhinhos, duas Danças de Pandeiro; uma Dança de Espada e uma Comedia. Além de musico e ensaiador também já fez de várias personagems comicas quatro vezes. Em 2003, em conjunto com algums colegas da comunidade fundou a Aliança Carnavalesca da Nova Inglaterra aonde reune anualmente os vários agrupamentos Carnavalescos e Direcções dos vários salões da area para assim se organizar da melhor forma o Carnaval da Nova Inglaterra. Depois de 25 anos de envolvimento Carnavalesco ainda continua a escrever assuntos e cantigas para vários Grupos e a ensaiar tendo agora a satisfação de ver as suas filhas, Tanya e Chelsie a darem continuidade a essa tão linda tradição.
    Em 1985, com vinte e um anos de idade teve a bonita surpresa de ter mais uma irmã, Jessica, da qual foi seu padrinho do Batismo e em 1988 teve a iniciativa de convocar vários Terceirenses amigos para assim fundar o Grupo Amigos da Terceira nunca julgando que a ideia de apenas se realizar um Convivio Terceirense anual se torna-se numa das maiores organizações dos Estados Unidos com: 800 Sócios activos; um Centro Comunitário no valor de milhões de dolares e cerca de $700 mil dolares distribuidas a causas de caridade, para não falar das várias demonstrações de cultura popular como Marchas; Cortejos, Danças de Carnaval; Pezinhos, Cantorias, Exposições etc. Presidente da Direcção por 12 anos, Presidente da Assembleia Geral 2 anos e actual Director Cultural, Victor Santos foi responsável pela a compra e angariação de fundos para a compra e reconstrução do actual Centro Comunitário assim como a remodalação da sua primeira Sede e compra de terrenos e casa anexa. Teve a iniciativa de organizar vários Grupos que actualemte estão intregrados no Centro como: Grupo de Jovems; Grupo de Aposentados; Grupo de Violas; Grupo de Teatro; Grupo Coral e Academia Cutural, qual é seu Directore e professore. Com a sua liderança o Centro organizou várias deslocações aos Acores, Canada, Continente, Madeira e California assim como vários aumentos das estalacões do Centro. Com todo o seu cuidado de se preservar a tradição genuina da sua terra, as festas do Espirito Santo e do seu Padroeiro, São Vicente de Paulo, são cuidadosamente planeadas em detalhe para que as tradições se mantem genuinamente, como o enfeitar de gado, o cantar do pezinho; o Cortejo da rainha; o Bodo; a distribuição de esmolas;o Bodo de Leite; a exposição de carros de toldo; a Função etc. Tendo tido um enorme grupo de voluntários e simpatisantes da organização que apoiam todas essas iniciativas.Em 2001 escreve a sua primeira peça teatral, a Opereta ”Namore Errado” uma Opereta comica em dois actos e escreve letras para 12 números de variedades musicais. Essa Opereta actuou na Nova Inglaterra; Montreal; Ontario; California; Angra do Heroismo; Flamengos, Faial e Madalena do Pico fazendo assim 26 Espetaculos em dois anos. Em 2005 Victor Santos escreve e ensaia a sua segunda Opereta: “Cravos D’Abril” e escreve letras para 14 numeros de variedades musicais. A Opereta Cravos de Abril também actuou na Nova Inglaterra; Montreal; Ontario e California. Em 2005 Victor Santos gravou o seu primeiro CD: “Alma Terceirense” com 10 temas da sua autoria. Em 2006 gravou o seu segundo CD em Winnipeg, Canada a tocar viola regional com o seu amigo Jorge Reis. Està presentemente a trabalhar no seu terceiro trabalho discografico desta vez com as suas filhas. No ano 2000 convence o Governo Regional dos Acores a patrocinar um curso de viola regional nos Amigos da Terceira, curso esse que durou dois semestres. Hoje ele já dá lições de viola regional também a vários alunos. Desde 1981 que vem a cantar de improviso em Pezinhos e Cantorias assim como o cantar de “Velhas” tendo nos últimos anos se dedicado mais a essa arte e ser convidado a cantar em várias localidades.
    Debaixo da sua Presidência a organização do Grupo Amigos da Terceira assinou um protocolo de cooperação com o Governo Regional dos Acores e obteve a sua licênça do Governo Federal de exente de impostos assim como o privelegio de donativos dados a organização serem também exentes de impostos. A maior conquista, foi por seu intermedio, ter obtido uma lei passada no Estado de Rhode Island em 1997 a fazer a propriedade do Centro Comunitário exento de impostos de propriedade derivado a beneficiência praticada pela a Organização assim poupando milhares de dolares anualmente á Organização desde essa data.
    Hoje o Centro Comunitario do Grupo Amigos da Terceira é chefiado pela sua esposa, Maria João Santos e é uma verdadeira sala de visitas da comunidade com uma activadade invejável: Restaurante; Biblioteca; Academia Cultural; sessões da fado mensais; sessões de cantoria ao desafio mensais; grupo desportivo; grupo de jovems; grupo de aposentados; Galeria de Arte; Grupo Coral, Convivio às Quintas-feiras; um Monumento dedicado a Pedro Francisco e aos Veteranos Lusos da nossa comunidade qual foi desenhado por Victor Santos. Além do seu trabalho profissional e Director do Grupo Amigos da Terceira, Victor Santos também é membro de várias Associações comunitarias como: Casa dos Açores da Nova Inglatera; Celebrações do Dia de Portugal em Rhode Island; Atneu Luso-Americano; Clube Juventude Luzitana; Grandes Festas do Divino Espirito Santo da Nova Inglaterra; Irmandade do Divino Espirito Santo da paróquia de Santo Antonio; União Portuguesa Beneficente; Portuguese American Citizens Commitee; e National Society of Human Resources Management. Foi membro fundador e Director da Portuguese American Scholarship Foundation; foi Presidente das Celebrações do Dia de Portugal em 2000; e foi Presidente das San Joaninas do Clube Juventude Luzitana em 1992. Tentou também fundar a Liga de Organizações Luso Americanas de Rhode Island, qual tentativa não resultou por falta de interesse comunitario.
    Ele nunca se farta de dizer que todo este esforço e dedicação se deve á sua família, esposa, filhas e pais que lhe acompanham em várias tarefas e que por vezes são as mais sacrificadas. Se sente feliz por ter tido vários doms do Espirito Santo e assim concretizado tanto com a colaboração de tanta gente amiga e deseja que tenha feito alguma diferença para o melhor da comunidade. Pois ainda pensa que tem ainda muito mais para se fazer.
Foi premiado com a Medalha de Merito das Comunidades pelo o Presidente da Republica Portuguesa, Dr. Mario Soares em 1996. Acompanhado por sua esposa visitou a Casa Branca em Washington a convite da mesma em 1994 para a recepção ao Primeiro Ministro na altura, Cavaco Silva. Em 2003 foi responsável pela a Semana Cultural Acoreana na Costa Leste e a celebração do Dia dos Acores com a presença do Presidente do Governo Regional no Centro Comunitário no mesmo ano.Também já fez parte de vários Congressos patrocinados pelo o Governo Regional dos Acores e vários intercambios com vários grupos culturais.
    Um colecionador de coisas regionais da Ilha Terceira, Victor Santos tem um verdadeiro museu na sua residencia com artigos preciosos e ilusivos á vida rural na ilha, interesse que ele teima manter como preservação da sua identidade Terceirence. Agora dando aulas de liderança e cultura popular, á juventude, Victor Santos está esperançado que todo o seu esforço pra divulgação da nossa cultura e herança tera continuidade.

    Sem dúvida que um homem com este curriculo, com uma verdadeira “Alma Terceirense” e talento, com encargos profissionais e familares tem uma maneira extraordinária de regular o seu tempo. É por esse dinamísmo, força de vontade, essa capacidade de liderar e tantas horas despendidas em prol da cultura da sua terra e da beneficencia que tantos o admiram. A comunidade Terceirense hoje está mais rica culturalmente e tem mais projecção por causa das tarefas e esforço de Victor Santos qual nome ficará gravado na comunidade e no Centro Comunitario dos Amigos da sua terra natal que ele tanto ama, para sempre. Muita actividade, movimentação e vários projectos comunitarios se deve a Victor Santos pois é sobre a sua liderança e carisma que muito acontece. Não tem mêdo de se envolver e expressar a sua opinião. Ele escreve, ele ensaia, ele canta, ele improvisa, ele toca viola e acordião; ele desenha; ele organiza; ele ensina, e não pára de sonhar. É pau de toda a obra sempre preocupado no bom funcionamento da organização que fundou e a sua continuidade para futuras gerações. Quando acaba um projecto já tem outro na manga.